Apoio social e autoeficácia experienciados por mães de crianças com TEA

Autores

  • Júlia Gollo Sarnoski 1. Bacharel em Psicologia, formada pela instituição Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – Câmpus Erechim.
  • Cassandra Cardoso 2. Doutora em Psicologia, na Área de Avaliação Psicológica (USF), Mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e especialista em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica (UNISINOS). É professora titular do Curso de Psicologia da URI Erechim. Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – Câmpus Erechim https://orcid.org/0000-0003-2796-673X (não autenticado)

DOI:

https://doi.org/10.31512/persp.v.49.n.185.2025.475.p.33-45

Palavras-chave:

Autismo infantil, Apoio Social, Rede familiar, Parentalidade, Cuidado da criança

Resumo

Crescentes são os diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças e eles impactam as famílias, especialmente nas mães. Este estudo A objetivou ampliar o olhar sobre as mães de crianças com TEA, tendo investigado se há  correlação entre o apoio social recebido e  percepção de autoeficácia no cuidado do filho autista, em mães de crianças com TEA. As participantes da pesquisa foram  52 mães de crianças com TEA. Elas eram residentes na região do Alto Uruguai Gaúcho, e foram selecionadas através da amostragem bola de neve. A coleta de dados foi realizada através de um formulário eletrônico, com aplicação de um Questionário Sociodemográfico, da Escala Medical Outcomes Study Social Support Survey de Apoio Social e também de Escala de Autoeficácia. Para análise de dados, foi utilizado estatística descritiva e inferencial, a Analise correlação de Spearman. Os resultados indicaram a ausência de correlação estatisticamente significativa (ρ=0,10) entre a autoeficácia e o apoio social percebidos por mães de crianças com TEA. Os resultados foram corroborados por outros estudos que tiveram resultados semelhantes.  Ademais, outras pesquisas indicaram a relação de variáveis não avaliadas neste estudo, de natureza sociodemográfica, como sexo, etnia, idade, estado civil, escolaridade, renda familiar como interferentes da autoeficácia, além de fatores psicossociais e relativos ao cuidado materno, que alteraram a percepção de suporte que as mães possuíam.

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Publicado

2026-03-12

Edição

Seção

Artigos (Científicos)

Como Citar

Apoio social e autoeficácia experienciados por mães de crianças com TEA. Revista Perspectiva, [S. l.], v. 49, n. 185, p. 33–45, 2026. DOI: 10.31512/persp.v.49.n.185.2025.475.p.33-45. Disponível em: https://ojs.uricer.edu.br/index.php/perspectiva/article/view/475. Acesso em: 24 mar. 2026.