Estudo da síntese de materiais zeolíticos para adsorção de CO2

Autores

  • Janielly Maria Silva Duarte Laboratório de Peneiras Moleculares (LABPEMOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Aryandson Da Silva Laboratório de Peneiras Moleculares (LABPEMOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Mariele Iara Soares De Mello Laboratório de Peneiras Moleculares (LABPEMOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Sibele Pergher UFRN , Laboratório de Peneiras Moleculares (LABPEMOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.31512/fdcvsq64

Palavras-chave:

Adsorção de CO2, Diferentes cristalinidades., Zeólitas

Resumo

O aquecimento global é agravado pelo acúmulo de CO2 na atmosfera, e a adsorção de gases em materiais sólidos surge como uma alternativa promissora para sua mitigação. Nesse contexto, as zeólitas são amplamente estudadas como materiais adsorventes devido à sua elevada capacidade de adsorção e à estabilidade de sua estrutura cristalina. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a influência do tempo de síntese dos materiais na adsorção de CO2. Foram sintetizadas três zeólitas com diferentes tempos de cristalização: LTA (1, 2, 3 e 4 horas), RHO (4, 6 e 8 dias) e CHA (2, 3, 4 e 5 dias). As amostras foram caracterizadas por difração de raios X e aplicadas em ensaios de adsorção de CO2. Os resultados indicaram que, em alguns casos, zeólitas sintetizadas em tempos diferentes do padrão apresentaram melhor desempenho, como LTA e CHA, que apresentaram maior adsorção em amostras com menor cristalinidade, com valores de 4,544 mmol/g a 7500 mmHg. Já a zeólita RHO, a amostra padrão apresentou a maior capacidade de adsorção, atingindo 5,077 mmol/g a 7500 mmHg. Esses resultados evidenciam a necessidade de controlar a síntese dos materiais, otimizando a interação entre o CO2 e a estrutura zeolítica.

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Publicado

2026-08-10

Edição

Seção

Artigos (Científicos)

Como Citar

Estudo da síntese de materiais zeolíticos para adsorção de CO2. Revista Perspectiva, [S. l.], v. 50, n. 186, p. 33–45, 2026. DOI: 10.31512/fdcvsq64. Disponível em: https://ojs.uricer.edu.br/index.php/perspectiva/article/view/544. Acesso em: 14 ago. 2026.

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