Intercorrências da pré-eclâmpsia materna nos recém-nascidos de um hospital público da Região Norte do Rio Grande do Sul
DOI:
https://doi.org/10.31512/persp.v.48.n.8.2024.430.p.69-79Palavras-chave:
Prematuridade. Adversidades neonatais. Síndrome do desconforto respiratório. Sepse. Parto cesáreo.Resumo
A presente pesquisa versa sobre as intercorrências da pré-eclâmpsia materna nos recém-nascidos de um hospital público da Região Norte do Rio Grande do Sul, com o objetivo de identificá-las, descrevê-las, analisá-las, associá-las e compará-las. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de caráter retrospectivo, com dados quanti-qualitativos, com uma amostra por conveniência de 100 binômios mãe-bebê, sendo estes recém-nascidos da FHSTE, cujas mães apresentaram diagnóstico de pré-eclâmpsia e, também, por recém-nascidos de mães que não tiveram pré-eclâmpsia, para compor o grupo controle, no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2023. Os dados foram coletados de prontuários eletrônicos, por meio do banco de dados, com as devidas autorizações, mantendo o total sigilo; posteriormente, foram analisados e tabulados pelo Excel, com testes estatísticos afins, para comparação entre os dados. Foi observada uma relação entre a pré-eclâmpsia materna com prematuridade, parto cesáreo, recém-nascido pequeno para idade gestacional, baixo peso ao nascer, menores valores de Apgar de 5º minuto, asfixia ao nascer, necessidade de suporte ventilatório, menores níveis de saturação parcial de oxigênio, admissão do RN em UTI neonatal, síndrome do desconforto respiratório, sepse neonatal, assim como complicações maternas pós-parto, presença de hipertensão arterial, diabetes melittus e hipotireoidismo materno.
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