Hepatocarcinoma: prevalência, características epidemiológicas e fatores de risco

Autores

  • Jessica Fernanda Boll Graduanda em Medicina pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – Câmpus de Erechim
  • Juliano Sartori Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina. Residência médica em Medicina Interna e Oncologia Clínica pelo Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Título de especialista em Cancerologia pela Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC) e Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho pela UNIVALI/SC. Doutor em Gerontologia Biomédica pela PUC/RS. Professor do departamento de Ciências da Saúde da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – Câmpus de Erechim

DOI:

https://doi.org/10.31512/persp.v.48.n.8.2024.447.p.57-67

Palavras-chave:

Oncologia, Hepatocarcinoma, Fatores de risco

Resumo

O hepatocarcinoma corresponde ao câncer de fígado primário mais frequente, acometendo cerca de 90% dos casos. Entre os principais desencadeantes dessa doença estão a infecção pelo vírus da hepatite B e C, a cirrose hepática, a exposição à aflatoxina, além de doenças metabólicas, como a esteatose hepática e o diabetes tipo 2. Este estudo visa a investigar a prevalência e os fatores de risco do hepatocarcinoma em uma população da região Norte do estado do Rio Grande do Sul, bem como descrever as características demográficas, o perfil epidemiológico e a sobrevida média dos indivíduos diagnosticados. A metodologia empregada foi um estudo quantitativo, retrospectivo e descritivo de participantes diagnosticados com carcinoma hepatocelular, atendidos pela Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim e pelo Centro de Oncologia Clínica e Radioterapia de Erechim, no período de 2011 a 2021. A pesquisa contou com a participação de 26 indivíduos, dos quais 13 foram considerados elegíveis. Este estudo delineou o perfil clínico dos participantes, predominantemente do sexo masculino, com idade média de 63 anos, quando do diagnóstico. Foi observado que as hepatopatias (61,54%) representam o principal fator predisponente, sendo a cirrose hepática (53,85%) a mais comum. Apesar do desfecho clínico desfavorável, a média de sobrevida dos participantes foi calculada em 15,7 meses.

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Publicado

2025-02-28

Como Citar

BOLL, Jessica Fernanda; SARTORI, Juliano. Hepatocarcinoma: prevalência, características epidemiológicas e fatores de risco. Revista Perspectiva, [S. l.], v. 48, n. 8, p. 57–67, 2025. DOI: 10.31512/persp.v.48.n.8.2024.447.p.57-67. Disponível em: http://ojs.uricer.edu.br/ojs/index.php/perspectiva/article/view/447. Acesso em: 3 abr. 2025.

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